terça-feira, 21 de setembro de 2010

A vida em transformação: A Diocese de Los Angeles tem duas novas bispas


Em 17 de maio de 2010, a diocese de Los Angeles tem duas novas bispas
Sete anos após a sagração do Rev. Gene Robinson como bispo da Diocese de New Hampshire, agora foi a vez de uma reverenda homoafetiva ser sagrada bispa. A Diocese de Los Angeles no último final de semana ordenou formalmente a reverenda Mary Glasspool ao episcopado. Glasspool é a bispa de número 1045 na Igreja Episcopal dos Estados Unidos. Em 2003, quando da sagração de Gene Robinson ele utilizou um colete à prova de balas por baixo das vestes sacerdotais, pois recebeu ameaças de morte por parte de grupos fundamentalistas cristãos. Dessa vez, porém, a cerimônia foi celebrada em clima de grande alegria e contou apenas com a pequena interrupção de dois manifestantes dentre as três mil pessoas que se reuniram para orar por Mary Glasspool e Diane Bruce, as novas bispas auxiliares da Diocese de Los Angeles, que conta com 147 congregações, 44 escolas e 20 instituições, reunindo em sua área aproximadamente 70 mil episcopais.

A Liturgia contou com o apoio e participação de cerca de 30 bispos, incluindo o Revmo. Rev. Martin Barahona de El Salvador, o bispo aposentado de Uganda Christopher Senyonjo, a bispa Barbara Haris (que em 1988 se tornou a primeira bispa da Comunhão Anglicana) e do Revmo Bispo Gene Robinson, da Diocese de New Hampshire. Participaram ainda os bispos Frederick H. Borsch (aposentado), Lawrence Provenzano (Long Island), Mark Hollingsworth Jr (Ohio) e três bispos da Diocese de Maryland, onde a Reverenda Mary Glasspool trabalhou por oito anos.

Também estiveram presentes bispos da Igreja Evangélica Luterana da América, Dean Nelson (Sínodo do sudoeste da California) e Murray D. Finck (Sínodo do Pacífico), além de pastores da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, da Igreja Metodista e da Igreja Unida de Cristo.
A bispa Diane Bruce é casada com Stephen Bruce, o casal tem dois filhos adultos.

A bispa Mary Glasspool é filha de um clérigo da Igreja Episcopal e vive há duas décadas com sua parceira Becki Sanders, que também é formada em teologia e em serviço social. Elas se conheceram em Boston (Massachussets), quando Mary ainda era seminarista.

A liturgia foi marcada por elementos da rica diversidade cultural de Los Angeles, e contou com a participação de um baterista coreano, de gaiteiros da Universidade da California, uma banda de louvor chinês (Paróquia St. Thomas) e uma banda mariachi, alem de um coral de 125 vozes da Diocese representando 147 congregações que entoou cânticos de louvor da Nigéria, Itália e de outros países. A celebração durou, ao todo, 3 horas e foi realizada na Arena Long Beach.
A procissão começou com uma dança litúrgica conduzida por um dragão chinês e o bater de tambores. A Bispa Presidente Katharine Jefferts Schori iniciou a liturgia com a Proclamação da Páscoa: “Aleluia, Cristo ressuscitou”, seguida pela Coleta pela Pureza. No momento do Kyrie, uma voz gritou “Arrependei-vos” do pecado da homossexualidade”. Foi a única manifestação de oposição.
As duas candidatas foram apresentadas por grupos diferentes de clérigos. A Comissão Permanente Diocesana atestou que as candidatas foram devidamente eleitas pela convenção diocesana e que são pessoas experientes e plenamente qualificadas na fé e no caráter para exercer a função de bispas para a honra de Deus e a edificação da Igreja, e que suas vidas davam testemunho de exemplo salutar para o rebanho de Cristo.A eleição de ambas também foi aprovada por maioria na Cãmara dos Bispos da Igreja Episcopal dos Estados Unidos e pela maioria das dioceses.
A Bispa Presidente perguntou se havia alguém poderia apresentar qualquer razão pela qual a sagração não pudesse ser realizada. Após um período de silencio e, sem que houvesse qualquer manifestação contrária, a bispa perguntou à congregação presente se era seu desejo que Diane e Mary fossem ordenadas bispas.
“Esse é o nosso desejo”, foi a resposta.
Ela perguntou novamente se a comunidade apoiaria Diane e Maria como bispas, e toda congregação respondeu positivamente.
Seguiu-se a Liturgia da Palavra, apresentada em vários idiomas – inglês, coreano, espanhol e tagalog (dialeto filipino).
A aclamação ao Evangelho foi feita através de um canto africano acompanhado pela batida de um tambor.
Na homilia, o bispo Bruno declarou: “É importante entender que essas mulheres foram chamadas pela comunidade de Deus. Eles foram chamadas pelo povo de Deus para ocupar um lugar que outras mulheres não tiveram ainda na Diocese de Los Angeles. Elas são chamados a ser apóstolas da Igreja; elas são chamados a exercer o ministério de Jesus neste lugar, de tal forma que o mundo seja transformado”
O bispo Bruno lembrou ainda: “Em Cristo não há judeu nem grego, nem escravo nem livre. Não há nem homem nem mulher, gay ou hetero. Na Igreja Episcopal não há excluídos”.
A Bispa Presidente lembrou às novas colegas que elas são chamadas a guardar a fé, a unidade e a disciplina da igreja, para celebrar os sacramentos, para ordenar diáconos e padres e pastores fiéis e ser exemplos salutares para o rebanho de Cristo.
As duas mulheres então silenciosamente ajoelharam-se diante da Bispa Presidente e o hino Veni Sancte Spiritus foi entoado como em latim.
No momento em que a voz da bispa presidente iniciou a oração de consagração, todos os bispos presentes circularam as duas mulheres impondo-lhes as mãos.

Para ler, em inglês, um testemunho da bispa Mary Glasspool, acesse o link:

http://bishopssuffragansearch.ladiocese.org/Candidates/glasspool.html

O testemunho da bispa Diane Bruce também pode ser lido no link:

http://bishopssuffragansearch.ladiocese.org/Candidates/bruce.html

Damos graças a Deus pelo testemunho da Diocese Episcopal de Los Angeles e pelas vidas das Bispas Diane Bruce e Mary Glasspool.


Imagens: Internet

terça-feira, 3 de agosto de 2010

ACONSELHAMENTO MISSIONÁRIO _ O que a Bíblia diz sobre o crescimento espiritual?


Deus promete ficar envolvido na nossa vida e a ajudar-nos no processo de crescimento espiritual, o qual dura toda a vida. A Bíblia diz em Filipenses 1:6 “Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo Jesus.”
Jesus é a fonte de crescimento espiritual. A Bíblia diz em Colossenses 2:6-7 “Portanto, assim como recebestes a Cristo Jesus, o Senhor, assim também nele andai, arraigados e edificados nele, e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, abundando em ação de graças.”
O processo de aperfeiçoamento e preparação pelo qual o cristão passa durante sua vida para ser um cidadão do reino de Deus chama-se santificação. Santificação seria o ato de o Espírito Santo a cada dia moldar o caráter humano à semelhança do caráter de Jesus Cristo.
Em nossa caminhada rumo à santificação vivenciamos altos e baixos. Isto ocorre porque estamos crescendo. Quando passamos por fracassos isto não quer dizer que estamos perdidos; é sinal de que estamos na luta pelo desenvolvimento e que há algo em nós que pode e deve ser mudado.
O fato de cairmos hoje não deve nos levar a pensar que não poderemos nos levantar agora mesmo. Quando caímos, não precisamos permanecer prostrados (só que queiramos), pois temos um Deus que é maior que nossas fraquezas.
Não desanime por, quem sabe, ainda não ter vencido seus pontos fracos. A santificação é algo que ocorre durante a vida toda. Isto quer dizer que você poderá obter conquistas até a Volta do Senhor Jesus. Não deve esperar conseguir superar todos os maus traços de caráter de uma vez.
Às vezes é necessário mais tempo para vencer um mau hábito. O maravilhoso é que Deus conhece a sua e a minha estrutura emocional e genética de modo a compreender nossas lutas e ser paciente para conosco.
A Palavra de Deus não nos deixa em trevas quanto à maneira de eliminarmos nossos pontos fracos. Gostaria de repartir com você algumas sugestões para que isto possa ser uma realidade em sua vida:
1) Reconheça que você precisa da ajuda de Deus: “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.” Salmo 121:1-2.
Jesus mesmo disse em João 15:5 que “Sem Ele, nada podemos fazer”.
2) Queira mudar: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.” Salmo 51:10.
Todo aquele que quer ser alguém melhor precisa querer sê-lo.
Sugiro que faça uma lista de seus defeitos e ore a Deus pela vitória sobre cada um deles.
3) Deseje muito a presença do Espírito Santo em sua vida: “Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito.” Salmos 51:11.
Sem a presença da Terceira Pessoa da Trindade em nossa vida é impossível a vitória. O Espírito Santo é “outro consolador da mesma espécie de Jesus”, o agente refreador do mal. Sua Divina missão é acompanhar o ser humano durante sua vida de santificação, assistir-lhe e dar-lhe forças para vencer: “Também o Espírito, semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis.” Romanos 8:26.
Neste exato momento você poderá orar ao Espírito Santo e pedir que Ele atue em sua vida. Fiz isto e estou obtendo muitos resultados positivos.
4) Persevere na oração: “regozijai-vos na esperança, sede pacientes na tribulação, na oração, perseverantes” Romanos 12:12.
Hoje se pode comprovar cientificamente os benefícios da oração.
5) Não desista de ser um cristão: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão. Com efeito, tendes necessidade de perseverança, para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Porque, ainda dentro de pouco tempo, aquele que vem virá e não tardará; todavia, o meu justo viverá pela fé; e: Se retroceder, nele não se compraz a minha alma. Nós, porém, não somos dos que retrocedem para a perdição; somos, entretanto, da fé, para a conservação da alma.” Hebreus 10:35-39.
Interromper o relacionamento de amor e amizade com Jesus é fatal. Lembre-se que pior do que cair é “cair e não se levantar”. Se ao lado de Jesus temos de lutar para sermos vencedores, imagine o que poderá acontecer se decidirmos enfrentar esta batalha contra o próprio eu sozinhos...
6) Não se coloque no terreno de satanás: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar; resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo.” 1 Pedro 5:8-9.
Muitos não vencem suas tendências pecaminosas porque não se afastam das coisas que os levam a errar. Veja por exemplo uma pessoa que sofre por ser viciada no cigarro: como poderá parar de usar se continuar constantemente em lugares onde há muitos fumantes e permanecer com um maço no bolso? O mesmo ocorre na vida espiritual. Se não deixarmos de freqüentar ambientes impróprios; se mantivermos um relacionamento próximo de pessoas que têm o mesmo mau hábito e que não querem mudar; se não decidirmos excluir de nossa presença tudo aquilo que nos impulsione ao erro, seremos vítimas de nossa própria existência.
7) Cultive bons pensamentos: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” Filipenses 4:8.
Somos aquilo que pensamos. Pense em coisas boas, que elevem seu caráter. Corte qualquer pensamento que o leve ao pecado ou que o deixe triste. Aprender a gerenciar os pensamentos, ou seja, cuidar para que nada de ruim fique na mente, é um dos grandes segredos para o êxito.
Coloque perante seus olhos apenas aquilo que estiver de acordo com os princípios de Filipenses 4:8. Isto também se aplica ao tipo de coisas que você irá ouvir.
8) Fale com um conselheiro espiritual de sua confiança:
Pode acontecer de precisarmos da ajuda de um líder espiritual ou conselheiro cristão para deixar de lado aquele padrão de comportamento que nos faz errar.
Mesmo não havendo justificativas para o pecado, deve-se ressaltar um tipo de ansiedade não controlada pode servir de gatilho para disparar uma atitude pecaminosa.
Não sinta vergonha de procurar um profissional especializado. Deus capacita certas pessoas para nos ajudar a lutar contra o pecado.
O Deus que NÃO PODE MENTIR prometeu que fará a parte dEle em lhe ajudar a vencer os seus maus traços de caráter: “Ora, o Deus de toda a graça, que em Cristo vos chamou à sua eterna glória, depois de terdes sofrido por um pouco, ele mesmo vos há de aperfeiçoar, firmar, fortificar e fundamentar.” 1 Pedro 5:10. “Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.” Filipenses 1:6.
Portanto, alimente esta certeza, creia em Seu perdão e de modo algum desista, pois de acordo com a Segunda Carta de Paulo a Timóteo 4:8, “a coroa da justiça está guardada para você, a qual o Senhor, reto juiz, dará para você naquele Dia; e não somente a você, mas também a todos quantos amam a sua vinda.”
Jamais esqueça de que nosso Criador é o Deus das Novas Oportunidades.

autor: Leandro Soares
Fonte: pesquisa imagens Internet

DIREITO & POLÍTICA_ SENSO E CONTRA SENSO ...COMO SALVAR OS VIOLADOS E OPRIMIDOS?


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"O número dois do Vaticano, Tarcisio Bertone, diz que a pedofilia está ligada à homossexualidade e não ao celibato. Nestas declarações proferidas, durante sua visita ao Chile, o número dois do vaticano, fez a sua tentativa de defender a Igreja Católica das denúncias sobre pedofilia e abusos de menores, de forma desinformada e tendenciosa".
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Inquestionavelmente, a pedofilia é um crime horrendo cujo único castigo, por muito que custe, deveria ser, no mínimo, a castração química do maldito pedófilo.
O que é castração quimica?
A castração química é uma forma temporária de castração ocasionada por medicamentos hormonais. É uma medida preventiva ou de punição àqueles que tenham cometido crimes sexuais violentos, tais como estupro e abuso sexual infantil. Depo-Provera, uma progestina, é uma droga que é por vezes utilizada no tratamento.
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado brasileiro adiou a votação da inclusão da pena de castração química para abusadores sexuais de crianças. Essa pena já é aplicada em países como os Estados Unidos e o Canadá e está em fase de implantação na França e Espanha. Pela proposta, na primeira condenação, o criminoso beneficiado pela liberdade condicional poderá voluntariamente ser submetido, antes de deixar a prisão, ao tratamento hormonal para contenção da libido, sem prejuízo da pena aplicada. A partir da segunda condenação, uma vez beneficiado pela liberdade condicional, o criminoso será obrigado a passar pela castração química, após não terem apresentado melhoras com o uso de outras drogas e psicoterapia.
Diariamente,estamos ouvindo e vendo revelações sobre um crime que atravessa toda a sociedade e todas as classes sociais e profissionais. Não é maior na Igreja que na medicina, no direito, na política,no professorado ou na intimidade de muitos lares por esse mundão de Deus.
A guerra está declarada, e neste caldeirão fervente do diabo, ninguém mais escapa!Sou cristã, mas mesmo que fosse atéia ou agnóstica seria também uma observadora que buscaria o bom senso no contra senso, portanto, analisando os dois extremos desta fogueira não me sinto incapaz de ver a campanha orquestrada contra a Igreja Católica e a da igreja contra outros grupos como por exemplo os homossexuais.
Atualmente, a Igreja católica,goste-se ou não, é liderada pelo Papa que mais vem escrevendo e lutando contra os crimes sexuais no seio do seu rebanho. Já vi escrito em diferentes pesquisas pela internet, artigos de opinião e demais fóruns de debate as afirmações mais finalistas sobre esta matéria e não posso deixar de linkar mais esta estupidez, mais uma, que prefere continuar a atirar areia para os olhos dos incautos. Existiu, existe e existirá, infelizmente para os pequeninos inocentes, pedofilia nos quatro cantos do deste planeta e esse não é um problema de religião, ideologia ou classe, mas antes um terrível problema mental e social. Cujo combate começa em casa e termina nos tribunais, com leis penais verdadeiramente desmobilizantes de semelhante e repugnante crime. É enfim, uma questão psiquiátrica,social,judicial e não de fé.


Fonte: Pesquisas e imagens Internet
Resenha: Rhyshy

EDUCAÇÃO & PSICOLOGIA _ ABUSO SEXUAL


Abuso sexual
O abuso sexual é definido como qualquer atividade sexual entre duas pessoas sem consentimento de uma. O abuso sexual pode produzir-se entre adultos, de um adulto a um menor ou inclusive entre menores.

==>Como atividade sexual se inclui:
•Qualquer tipo de penetracão de órgão genital|órgãos genitais na contramão da vontade, ou aproveitando a incapacidade de um menor para compreender certos atos. Também se inclui o induzir ou obrigar a tocar os órgãos genitais do abusador.
•Qualquer ação que incite ao menor a presenciar conteúdo sexual impropio (observar ao adulto nu ou enquanto mantém ato sexual|relações sexuais] com outras pessoas, ver material pornográfico ou assistir a conversas de conteúdo sexual, por exemplo).
Tipos de abuso sexual são a violação, que é considerada delito sem importar o sexo da vítima, e o estupro. No caso de abuso sexual infantil, os fenómenos que se desencadeiam têm que ver com trastornos no desenvolvimento psicosexual.

==> Sinais de possível abuso sexual
•Feridas inexplicaveis, especialmente nos genitais e os seios (em mulheres)
•Vestimenta rompida ou manchada Gravidez
•Infecções de transmissão sexual
•Problemas de comportamento inexplicavel
•Depressão
•Auto-abuso e/ou comportamento suicida Abuso de drogas e/ou álcool
•Perda espontánea de interesse na actividade sexual
•Aumento espontáneo do comportamento sexual
•Trauma severo
•Sugilación
(A sugilación, comumente telefonema chupetón, chupón ou chupetazo, é um tipo de hematoma chamado equimosis que é causado por uma forte sucção com a boca. Costuma-se relacionar com a atividade sexual e a excitação, que levam à pessoa a exercer uma forte sucção em diferentes zonas do corpo de seu amante. Geralmente realiza-se no pescoço, ainda que pode fazer em qualquer parte do corpo, demorando em vários dias em desaparecer, deixando uma forte dor.
Esta prática realiza-se a nível consciente ou inconsciente, em algumas ocasiões pode ser um grande problema para quem leva-o. Dependendo da zona, pode ser motivo de discussão com a família ou o casal. A sugilación apresenta-se em alguns casos relacionados com abuso sexual)


Fonte: Pesquisa e imagens/Wikipedia

EDUCAÇÃO&PSICOLOGIA _ MALTRATO EMOCIONAL


Maltrato emocional
Não há uma sozinha definição aceitada de maltrato emocional, que como outras formas de violência em uma relação, está baseado no poder e a dominación.

Tipos:
==> Recuso
Ocorre quando se nega a reconhecer a presença ou valor de uma pessoa. Isto se consegue comunicando à pessoa que o ou ela é inferior e devaluando seus pensamentos e sentimentos. Por exemplo tratando a um filho/a e/ou esposo(a) de maneira indiferente que ao resto de seus famliares de alguma maneira injusta ou que denote desagrado pelo filho(a) e/ou esposo(a) em questão.

==> Degradación
Isto ocorre quando se utiliza um comportamento ofensivo, como ridiculizar, apodar, imitar e infantilizar à pessoa em questão. Seu propósito é diminuir a dignidade e valor da pessoa e afecta seu sentido de identidade em uma maneira desfavorável. Alguns exemplos são: gritar, usar palavras obscenas, humilhar publicamente ou etiquetar à pessoa como estúpida, imitar alguma discapacidade ou tratar à pessoa como se fosse menor do que é e não os deixar tomar decisões normais para alguém de sua idade. Ser objecto de uso sexual ou recusar desumanamente quando fosse ocorrer o acto sexual, recusar à pessoa em frente a seus familiares,amigos e/ou colegas, utilização do corpo e ser obrigado a manipular outro corpo sexualmente.

==> Intimidação e atemorizamiento
Evoca-se um medo extremo na pessoa, por médio da intimidação. Pode incluir pôr ou ameaçar com pôr à pessoa em um ambiente perigoso ou incomodo. Alguns exemplos: fazer a um menino ver violência perpetrada em pessoas às que o menino quer ou alguma mascota, ameaçar com abandonar ou matar a um menino, ameaçar com dañar os pertences de alguém, perseguir. Tem importância desde o ponto de vista psicopatológico no que se denomina estrés postraumático

==> Reclusão
A reclusão refere-se a limitar a liberdade de uma pessoa para desenvolverse em uma relação normal com outros. Pode incluir um confinamiento físico.

==> Corrupção e exploração
A corrupção baseia-se em treinar a uma pessoa para aceitar ideias ou um comportamento que não é legal ou que vai na contramão do contexto cultural. A exploração baseia-se em usar a uma pessoa para ganhar algo. Alguns exemplos:

•abuso sexual infantil,
•permitir que um menino veja pornografía
•permitir que um menino use álcool ou drogas
•envolver a uma pessoa no comércio sexual.

==> Indiferença emocional
Isto supõe não proveer cuidados de uma maneira sensível e se manifesta se mostrando não envolvido e indiferente para com a vítima, interactuando somente quando é necessário e ignorando as necessidades mentais e emocionais da pessoa. Alguns exemplos: Ignorar as tentativas de um menino por interactuar, não demonstrar cariño para um filho, tratar a alguém como se fosse um objecto ou um trabalho por terminar

==> Indicadores de maltrato emocional:
O maltrato emocional pode ser difícil de observar quando se desenvolve na privacidade de um lar ou em uma instituição fechada. No entanto, uma consciência e entendimento do problema é primordial para reconhecê-lo. A seguinte é uma lista de indicadores de maltrato emocional (sintomas apresentados pela vítima):

•Depresión
•Isolamento
•Baixa autoestima
•Ansiedade
•Medo
•Instabilidade emocional
•Estrés
•Perturbaciones do sonho
•Queixas de dores físicos sem base médica
•Comportamento inadecuado para a idade ou desenvolvo Atitude pasiva e sumisa
•Discussão sobre suicídio ou tentativas de suicídio
•Extrema dependência
•Inhabilidad para confiar nos demais
•Cometer roubos
•Sentimentos de vergonha ou culpa
•Automutilación
•Pranto frequente
•Autoculpa
•Aversão a receber terapia
•Incomodidad ou nervosismo em frente a situações estresantes
•Drogadicción
•Evitar contacto visual
•Alguns outros tipos de maltrato presentes ou suspeitados (maltrato físico ou abuso sexual)

==> Lista de indicadores para diagnóstico:
•A vítima entende os sentimentos alheios mas não se tenta entender os próprios dela.
•A vítima espera que se lhe atribuam tarefas que encontra não placenteras ou humillantes.
•A vítima caminha sobre ovos para não ofender ou molestar ao agressor.
•A vítima sempre põe suas necessidades em último lugar.
•A vítima minimiza suas dificuldades ou preocupações e considera-as pouco importantes ou uma reacção exagerada.
•O agressor sempre põe as necessidades da vítima em último lugar.
•O agressor minimiza as dificuldades ou preocupações da vítima e considera-as pouco importantes ou uma reacção exagerada.
•O agressor ignora a lógica e a razão e apresenta uma personalidade histriónica.
•O agressor manipula à vítima para que se senta culpada por coisas pelas que não deveria sentir culpa alguma ou por eventos que não têm nada que ver com a situação.
•O agressor tenta destruir qualquer fonte de apoio externo com o que possa contar a vítima.
•O agressor nunca assume a responsabilidade de dizer coisas hirientes.
•O agressor nunca aceita estar equivocado.
•O agressor culpa à vítima do maltrato por todos os problemas familiares ou institucionais que possam se apresentar.
•O agressor percebe-se a si mesmo ou apresenta a imagem de mártir ou vítima e espera um trato preferencial em todo momento.

Fonte pesquisada: imagens Internet_ Wikipedia

EDUCAÇÃO&PSICOLOGIA _ SÓ A VERDADE LIBERTA A CRIANÇA NO REAL


A morte não é um mito, mas um fato social que acontece a todos. Temos um corpo que nasce, cresce e morre um dia. Ele precisa ser alimentado e cuidado, mas a vida vai gradativamente tirando a força do corpo, até o seu definitivo findar.
A morte é um fato social cantado, pintado, escrito, referido. Podemos citar como exemplo, Mozart que descreveu a morte em música, tal como fez Domingos Bomtempo ou Franz Schubert, ao cantar a morte de uma donzela. Também El Greco na sua pintura na igreja de Toledo, Espanha: Enterro do Conde de Orgaz; Goya, durante o seu exílio em Bordeaux, desenha a sua morte, e Picasso, nos anos 30 do Século XX, representa a desaparição de milhares de seres humanos no seu imponente Guernica. Goethe foge da ideia no seu magnífico Faustus, Freud analisa os sentimentos que resultam da morte no seu Mourning and Melancholy de 1916, Delumeau fala do medo que causa, nos seus textos assim como Dante na Divina Comédia de 1302, entre tantas obras magníficas que de modo geral, são criadas por adultos que tentam falar da sua subjetividade perante a morte, esquecendo talvez da visão libertadora da criança...
Então, quem já falou ou fala, da dor da criança perante a agonia presente na ocasião da morte dos seus adultos? Quem refere a análise do comportamento dos mais novos, perante fatos que não lhes são explicados mas que acabam por roubar, sem eles saberem, as pessoas queridas, serenas e brincalhonas, que os acompanharam durante um curto espaço de tempo que é a sua vida?
A morte pode ser cantada, desenhada, explorada, divinizada e elevada ao amor eterno. Contudo, o fato de uma criança observar a passagem da sua pessoa amada, com inocência e carinho, da atividade ao repouso obrigatório, ao não se movimentar, é tudo o que o adulto, que nem pinta nem escreve, é incapaz de explicar...
Há que pense que os mais novos não entendem. Se assim o for, exatamente por isso, deve-se explicar, contar, falar, lembrar, pedir ajuda para organizar o espólio, e, especialmente, chorar juntos. Neste texto, relato a minha inquietação de ter visto meu filho menino não saber o que se passava com seu avô. Vi-o pedir para ser levado a olhar o rosto do avô, e assim o observar e depois calar. Certamente que, dentro da epistemologia dos seus sentimentos, dos seus valores de ser humano muito novo, a passagem da vida do seu avô para a morte, não tinha lógica. Provavelmente lhe parecia um roubo sem explicação. Era o roubo do seu brinquedo preferido, da pessoa que o acarinhava, com quem passeava,o seu cúmplice nas guloseimas proibidas.Um adulto seu amigo e tão amado, que chegava ao ponto de ser objeto das suas brincadeiras de criança arteira. Agora tudo mudara,a agonia da perda era real. Com que palavras eu poderia agora explicar que o futuro com essa pessoa havia acabado? Como dizer que o ser humano passa de matéria a memória ritualmente cultivada ao lembrar o que fizeram juntos?
Ele ficou silenciosamente admirando o pálido e frio rosto do avô. Seu comportamento era calmo, sereno, de um não adulto, que percebeu que chorar não adiantava mais, mas dar o seu silencioso adeus sim!
E, para minha surpresa, ele ficou bem, e colaborou com sua quietude por todo o tempo do velório.Vencida a curiosidade de como era a morte, o meu menino não mais falou sobre o avô, ele já sabia porque eu chorava e o que me gastava a alma em profunda tristeza.
A morte e a vida são temas que as criaças não sabem entender porque os seus adultos não lhe sabem explicar. Perante a morte há um vazio. Não é por acaso que Alice Miller(nascida em 1923,é uma psicóloga conhecida por seu trabalho em maltrato infantil e seus efeitos na sociedade bem como na vida dos indivíduos)em 1998 diz que a verdade te há de te tornar livre. Frase do título do seu livro "Como ultrapassar a cegueira emotiva e desenvolver na infância a semente do adulto". Semente porque ninguém quer que a criança saiba entender o que o adulto acumulou no seu saber. Semente, porque fica na sua memória pessoal para o dia em que precisar de o usar. Livre, porque o mais novo passa assim, a ser parte das decisões de família. Família que está a viver um drama e que aprende que só unida, consegue suportar.
Gostaria que estas ideias, retiradas da minha história pessoal servissem de apoio para os adultos que ainda se enganam quando pensam que a criança nada percebe, que de nada adianta lhe falar sobre o mais doloroso e complexo ato da vida, o desaparecimento de um familiar muito querido.
Penso que uma criança não deve ser afastada do real. O adulto deve entrar nessa realidade com ela de mão dada. Foi o que meu filho me ensinou, como tanta outras crianças são capazes de ensinar a tantos adultos, que é apenas o sabe ser e sentir sem complicar.
A morte de um ente querido é uma realidade difícil. Essa que se pode cantar, desenhar, analisar, romancear, como referi ao começo do texto, mas nunca falar naturalmente quando acontece conosco.
Enfim, as crianças podem nos dar as lições que ainda devemos aprender.

Fonte: Imagens e pesquisas Internet
Resenha: Rhyshy