
Inegavelmente, somos seres relacionais, ao longo da vida vamos aprendendo que "amigos sinceros e leais são prêmios ou dádivas de Deus". Obviamente, nós "não os fabricamos, apenas os recebemos com alegria e gratidão e os cultivamos com amor e dedicação".
Bons amigos não são raros, mas também não são tão fáceis de encontrar. Talvez por isso, muitos de nós chamamos equivocadamente os conhecidos ou os colegas de amigos...
Atenção, essa dica é definitiva: Os amigos de verdade, nunca nos induzem a cometer atos pouco recomendáveis, embora eles "não sejam substitutos de Deus, pois trazem consigo suas limitações e fraquezas. Amor de amigo não é infalível, muito menos perfeito, mas cuida de nos preservar diante de situações que possam nos causar danos físicos e emocionais. Se temos medo de abrir o coração e partilhar a vida, se não aceitamos os riscos e as deficiências da amizade, então dificilmente construiremos os vínculos da comunhão. De modo geral podemos ter fases de muita impaciência... nos tornamos tão exigentes e carentes, que nenhum amigo jamais preencherá sozinho as lacunas da nossa alma ou da nossa solidão".
Contudo, "é na amizade, com todas as suas limitações, contrastes e conflitos , que podemos experimentar o amor incondicional e ilimitado de Deus. É nela que aprendemos a dar e receber". Curiosamente, deixo aqui uma reflexão. Bons amigos e bons vinhos são uma questão de afinidade e equilíbrio, é preciso ser coerente, harmonioso na escolha e no consumo...sem cair em qualquer espécie de exagero no relacionamente com qualquer um dos dois.
Agora, no que se refere ao seu relacionamento com os vinhos, saiba que a qualidade é tudo! Se você é um enófilo assumido (amante dos vinhos), sabe do que estou falando.
Na prática, existem boas sugestões no que tange a escolha dos amigos e dos vinhos. Saber saborear bons vinhos e partilhar de boas amizades torna a vida muitíssimo mais fácil (rsrsrs).
Os vinhos de qualidade e as boas amizades, podem nos acompanhar em todas as estações do ano. Pois é, saiba que a chegada do verão não nos impede de degustar esta nobre bebida com prazer. Contudo, existem alguns requesitos sobre a correta harmonização e consumo da bebida durante a estação mais quente do ano.
Muitas pessoas questionam se vinho combina com verão, porém, a bebida é extremamente versátil, pois além de possuir uma variedade de rótulos disponíveis no mercado, existem algumas opções que combinam perfeitamente com os dias mais quentes do ano. Para não errar basta seguir algumas dicas básicas. “Dê preferência para os vinhos brancos, tintos ou roses de safras mais recentes, assim como para os menos alcoólicos. O consumidor também deve usar e abusar dos espumantes, que são ótimos como aperitivos e servem também para acompanhar toda a refeição.”
Estes tipos de vinho são ideais para o verão, pois são mais leves e podem ser servidos a temperaturas mais baixas. O ideal é resfriar brancos e roses entre 9 e 11ºC e os tintos em torno de 16ºC. Os vinhos espumantes devem ser servidos entre 9 e 11ºC. “É preciso tomar cuidado para não servir o vinho muito gelado, pois não será possível perceber seus aromas. No caso dos vinhos tintos, o vinho parecerá mais tânico, podendo se tornar desagradável ao paladar.”
Outro cuidado a ser tomado, é na harmonização. Por exemplo, devemos utilizar espumantes secos somente para acompanhar pratos salgados, já que estes não harmonizam com sobremesas. Os doces devem ser servidos com espumantes um pouco mais adocicados. Saladas, pratos frios e peixes pedem vinhos mais leves. Eles podem ser brancos, espumantes, roses ou tintos, desde que sejam bem jovens e pouco alcoólicos. Se houver muito condimento nos pratos, os vinhos podem ser um pouco mais encorpados.
Vai aqui, um alerta sobre o cuidado especial que deve ser tomado com relação ao tempero da salada. “Evite harmonizar temperos ácidos, como vinagre e limão, com qualquer tipo de vinho. Prefira iogurte e mel, por exemplo.” Não existe problema na harmonização de peixe com vinho tinto - combinação muito comum em países como Portugal, Espanha e Itália - principalmente se o peixe for bem condimentado. “Se você optar por um peixe grelhado, prefira um vinho branco, senão você poderá ficar com um gosto metalizado na boca.”
Agora algo que pode lhe parecer estranho, mas é só cultural. Em relação ao ambiente de degustação de um vinho, não existe problema algum em tomá-lo na praia. “Italianos, franceses e espanhóis fazem isso constantemente.” Mais uma vez, a recomendação é optar por vinhos leves. Eles vão bem com frutos do mar e também com as frituras que muitas vezes acabamos comendo, como lula à doré e peixe frito. Neste caso, prefira os vinhos mais ácidos ou espumantes, que ajudam na digestão e não deixam aquela sensação de peso no estômago.
É evidente, que precisamos aprender a escolher o que nos serve e, é correto, para ter bons resultados. Toda boa informação gera conhecimento e não existe cultura inúti para quem deseja se aperfeiçoar no que escolhe ser e viver.
Concluindo. Se você tem dúvidas na hora de escolher o vinho ideal para este verão, seguem abaixo alguns rótulos e seus respectivos importadores. Escolha de acordo com a sua preferências.
Brancos
• Muscadet de Sèvre et Maine 2006 do produtor francês Domaine Guy Saget (Importadora Mistral: R$ 38,70)
• San Vincenzo IGT 2008 do produtor italiano Roberto Anselmi (Importadora World Wine: R$ 65)
• Petit Chablis 2007 do produtor francês Alain Geoffroy (Importadora Decanter: R$ 90)
• Viognier Le Pied de Samson VDP 2007 do produtor francês Georges Vernay (Importadora Grand Cru: R$ 160).
Roses
• Montepulciano d'Abruzzo Cerasuolo DOC 2007 do produtor italiano Vini Farnese (Importadora World Wine: R$ 28)
• Domaine d´Artois Rosé de Loire 2006 do produtor francês Domaine Guy Saget (Importadora Mistral: R$ 34,22)
• Côtes-du-Rhône Parallèle 45 Rose 2008 do produtor francês Paul Jaboulet Aîné (Importadora Mistral: R$ 55,90)
Tintos
• Dolcetto d'Alba "Controvento" DOC 2008 do produtor italiano Bava (Importadora Worls Wine: R$ 60)
• Teroldego Rotaliano Riserva DOC 2005 do produtor italiano Mezzacorona (Importadora Tradebanc: R$ 89)
• Vinho orgânico, Pinot Noir 2005 do produtor da Nova Zelândia Isabel Estate (Importadora Mistral: R$ 127).
RHYSHY ATMA
Fonte/Pesquisa : Internet
imagens: Internert
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