
A fome zero ainda não é realidade no Brasil. No Norte e Nordeste, mais de 50% das famílias ainda não comem o que necessitam,embora o acesso das famílias brasileiras à comida tenha aumentado significativamente em sete anos.
A gente costuma ouvir e falar muito nas aulas de geografia, biologia, história sobre a produção e importância de bens econômicos, de gêneros alimentícios, dessa luta do homem para sobreviver, mas a fome precisa de um capítulo à parte, ser bem estudada e dimensionada. Atualmente, apesar de comerem mais, as famílias brasileiras ainda não conseguem escolher os alimentos consumidos.

Apenas um pequeno percentual delas consomem sempre os alimentos "do tipo preferido", enquanto mais da metade dos brasileiros nem sempre conseguem comer o que querem. Esse é um quadro que devemos questionar com os governos atuais, e questionar também qual o nosso papel diante desse quadro.
Se estamos insatisfeitos, repensemos sobre a nossa insatisfação. Se temos garantido o nosso salário, nossa moradia, pensemos em quem não tem de verdade o que já conquistamos. Tentemos ver, saber o que sente e pensa quem não tem nem como ter alternativas dignas de vida. Tentemos visualizar mentalmente os seres humanos afundados em todas as formas de carências e misérias desse mundo: escravidão, violência, assaltos, dependentes químicos, desemprego, doenças devastadoras, pessoas sem caminho, sem teto, sem ética. Pensem nos poderosos arrogantes e indiferentes, nos políticos ladrões que nos roubam e roubam toda esse gente.Quanta miséria! Essa é a prova evidente da miséria do sentimento humano, dos malévolos governos desse mundo.

Aqui, nós estamos falando da FOME QUE MATA, da falta do que comer,e isso é de fato, a falta de amor que a humanidade demonstra, isso é a prova do que somos também, do que os nossos semelhantes são para nós. Ainda que não seja diretamente nossa culpa, mas como conjunto, enquanto nação, enquanto cidadão do planeta, cada um tem sua parcela de responsabilidade.
É possível que seja muito difícil engulir esse discurso, porque tantas vezes o que ganhamos mal dá para quitar os nossos próprios débitos. Fora que os altos impostos pagos ao governo realmente parecem tirar toda nossa autonomia de ajudar o próximo, pois nos coloca a todos na posição de pessoas que precisam de ajuda...

A partir da fonte pesquisada,o IBGE, observamos que a participação dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, no rendimento das famílias brasileiras aumentou significativamente no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se em 2003 esses programas respondiam por 15% do rendimento familiar mensal total, em 2009 chegaram a 18,5%. No Nordeste, o peso desses programas de transferência de renda subiu de 18,4% em 2003 para 22,5% em 2009.
Entretanto, ainda existe fome no Brasil, e em outras partes do mundo. O mundo precisa da nossa ajuda. Lembre disso!
RHYSHY ATMA
Pesquisa/Fonte: Internet
imagens: Internet
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