terça-feira, 8 de junho de 2010

@@ UTILIDADE PÚBLICA @@ _ POUCO COM QUALIDADE


Foi-se o tempo em que viver bem significava fartura em todos os aspectos. Esbanjar e ostentar não está na moda. Por causa da falta de recursos naturais e da conscientização da população quanto ao tema, muitas pessoas passaram a refletir sobre a necessidade de repensar a maneira como consomem. A preservação da natureza está se tornando prioridade. Isso significa que é hora de produzir menos, consumir menos e usufruir mais e melhor o que temos.
Viver bem com pouco pode ser uma forma de trazer mais bem-estar ao dia a dia. Para que comprar um objeto novo, se o antigo ainda funciona bem? Para que acumular vários objetos com a mesma função?
Livrar-se dos objetos em excesso é uma maneira de ter um estilo de vida mais simples e mais tranquilo. Para “limpar” os ambientes de convívio, como a casa e o escritório, basta separar o que de fato é necessário e o que é supérfluo. Além disso, descartar objetos que estavam “encostados” é uma maneira de ajudar quem precisa. Vistoriar estantes, armários e os famosos quartinhos de bagunça pode render uma enorme quantidade de objetos que não são usados, mas que podem ser muito úteis para outras pessoas. Daí a vantagem em fazer a doação.
Um bom critério para saber se um objeto não é mais necessário é considerar o tempo que ele está parado, sem utilização. Se fizer mais de um ano que não tem utilidade, é hora de doar. Para achar quem precisa, basta perguntar aos amigos, às comunidades religiosas do bairro, como igrejas e templos, e a entidades que abrigam pessoas carentes.
==> Compartilhar em vez de jogar fora
Atualmente, com a internet, surgiram várias facilidades. Conversar com o amigo que mora do outro lado do mundo, ler jornais e revistas, fazer transações bancárias... As vantagens são inúmeras, e entre elas está a possibilidade de trocar objetos que seriam jogados fora.
A proposta surgiu em 2003, por meio do site Freecycle Network. Espécie de rede social sem fins lucrativos, o Freecycle tem um fim específico: realizar trocas entre seus usuários. A ideia é levar os internautas a se desfazer de artigos que não usam mais, vendendo ou trocando por outros objetos. O resultado? Nada fica sem utilização, o que reduz a quantidade de lixo.
O site possui mais de 3.500 comunidades ativas em todo o mundo, e o Brasil é um dos países participantes. Por aqui, 30 cidades fazem parte da rede, entre elas Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília. Para quem se interessar, basta clicar em www.freecycle.org.
Além do Freecycle, há outras formas simples de ajudar quem de fato precisa. Uma delas são as diversas campanhas de agasalho, que se tornam ainda mais frequentes durante os dias frios do ano.
Repensar a forma de consumir e de dividir com a comunidade o excesso pode ser um meio inteligente de ajudar na preservação do meio ambiente e de ajudar a sociedade a se tornar um lugar melhor para se viver.

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