segunda-feira, 31 de maio de 2010

@ SAÚDE & QUALIDADE DE VIDA @ _Centro de Cirurgia Minimamente Invasiva e Suíte Endovascular


Centro de Cirurgia Minimamente Invasiva e Suíte Endovascular
Um recurso que oferece menor tempo de internação e melhor recuperação já está disponível no Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE). Trata-se do Centro de Cirurgia Minimamente Invasiva (CCMI), o primeiro da América Latina com tecnologia de última geração.
A maior vantagem desse centro é reunir os equipamentos capazes de realizar tanto as cirurgias convencionais quanto as minimamente invasivas – que têm cortes de 0,5 a 5 centímetros, no máximo – e até mesmo mesclar as duas técnicas.
O CCMI conta com quatro salas para procedimento cirúrgico. Todas oferecem estrutura para a realização de cirurgias convencionais e minimamente invasivas. “Um recurso bastante importante é a possibilidade de acessar, durante a operação, um banco de dados com todos os exames do paciente. Isso nos auxilia na rápida tomada de decisão”, afirma dr. Francisco César Carnevale, radiologista intervencionista, cirurgião endovascular do Serviço de Radiologia Intervencionista do HIAE.
Esse equipamento auxilia imensamente nos casos de transplantes de fígado e rins e na desobstrução de veias e artérias
Suíte Endovascular
A quarta sala do centro cirúrgico minimamente invasivo, chamada de Suíte Endovascular, é equipada com um aparelho intervencionista de angiografia digital. Com ele, os cirurgiões podem realizar procedimentos minimamente invasivos guiados por imagem. “Esse equipamento auxilia imensamente nos casos de transplantes de fígado e rins e na desobstrução de veias e artérias”, explica o médico.
As técnicas utilizadas para as operações com o auxílio desse aparelho são conhecidas por meio da especialidade médica chamada Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular. Ambas utilizam o cateterismo para chegar ao ponto em que será realizado o tratamento. Assim, navegando por dentro dos vasos, é possível chegar ao local desejado e efetuar o tratamento localmente, seja nas artérias dos membros ou dentro de um órgão específico como o pulmão, fígado ou rim.
Esses procedimentos podem ser utilizados em diversas áreas, como as cirurgias ortopédicas, ginecológicas, digestivas e neurológicas. “As possibilidades são muitas, da desobstrução das artérias das pernas em casos de trombose a tratamentos de miomas uterinos e traumas vasculares como o AVC (acidente vascular cerebral)”, conta o cirurgião.
Vantagens
As cirurgias minimamente invasivas são bastante vantajosas para os pacientes. Cortes menores e procedimentos menos agressivos significam menor tempo de internação e retorno mais rápido ao trabalho e às atividades sociais.
Tudo isso resulta em menores traumas psicológicos. “Esse conjunto de fatores faz com que o paciente encare a cirurgia com maior aceitação”, explica o dr. Carnevale

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